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July 12, 2013 / por Livia

Dia 7: Grand Palace, Wat Pho e chegada em Siem Reap (Camboja)

Acordamos bem cedo e fomos visitar o Grand Palace. Homens e mulheres devem cobrir os ombros e as pernas, missão difícil em um calor de 40 graus!

Celso, super orgulhoso de sua "calça/berma"

Celso, super orgulhoso de sua “calça/berma”

O Grand Palace é uma das principais atrações turísticas de Bangkok e no dia que fomos estava LOTADO, cheio de grupos de excursão, tirar uma foto era tarefa quase impossível. Eu não imaginava a grandiosidade do lugar e tinha planejado passar a manhã lá, me arrependi muito de não ter reservado mais tempo pois com certeza daria para ter passado quase um dia inteiro.DSC00007DSC00011

Compramos os tickets e, logo quando entramos na parte dos templos, vimos um estande de informação sobre tours gratuitos, colocamos o nosso nome na “fila” e como o tour começaria em 30 min, aproveitamos para dar uma volta.

Não tenho palavras para descrever a beleza e a riqueza de detalhes, dos prédios, dos templos, dos jardins… é tudo muito lindo!DSC05264DSC05275DSC05285

Voltamos para o estande de informação e ficamos esperando o nosso guia e o resto do grupo e, para nossa surpresa, o tour foi só para nós dois. O guia era um funcionário do Grand Palace que, além de nos explicar sobre a história do lugar, sempre se oferecia para tirar fotos, e era bem engraçado. É muito comum ver construções que representam guardiões na frente de vários templos. Esse guardiões sempre têm cara de mau e ficam na entrada dos templos para afastar espíritos ruins, nosso guia acrescentou que eles ficam lá para afastar os motoristas de tuk tuk que aplicam golpes em turistas hahahaha!DSC00013

Já tinha lido em vários blogs e acho que vale a pena repetir: evitem tuk tuks em Bangkok! Os motoristas ficam parando em várias lojinhas de souvenirs pois ganham comissão e inventam que determinados templos estão fechados ou que a visitação é permitida apenas por tailandeses, tudo isso para dar mais voltas com os passageiros. Mais duas razões para evitar os tuk tuks: o metrô é excelente e os taxis são super baratos (e têm ar condicionado).

O nosso guia nos levou até o templo onde fica o Buda de Esmeralda, o mais importante da Tailândia, e nos explicou que o rei troca a roupa do Buda de acordo com a estação.DSC05300DSC05311

Depois nos levou em uma sala com o trono, onde os reis são coroados. Acho que vale falar algo que achei muito interessante, o povo tailandês AMA o rei! Fotos do rei e da rainha estão espalhadas pelo país inteiro (aeroporto, escolas, lojinhas, casas e até mesmo dentro do taxi!), a população tem verdadeira adoração pelo rei pois acredita que ele foi o responsável pelo desenvolvimento econômico da Tailândia. Hoje o rei está velhinho e mora em um hospital, segundo a nossa guia de Chiang Mai, o rei mora no hospital pois se volta para casa ele não pára de trabalhar! A rainha também é muito respeitada por seus trabalhos de caridade. Todos os tailandeses com quem conversei mostraram muita admiração e gratidão pelo rei, achei muito interessante!

Depois da área dos templos, nos despedimos do nosso guia na área do jardim principal. Demos uma tip de 100B (uns R$6) e ele ficou mega agradecido. Segundo nossa guia de Chiang Mai, ninguém espera tip (gorjeta) na Tailândia e as pessoas ficam muito agradecidas quando recebem. Não é necessário dar uma porcentagem específica (exemplo: nos EUA a tip usual de um restaurante é entre 15%-20%), qualquer quantia vai ser bem recebida. Quem tiver interesse em visitar o Grand Palace, recomendo demais esse tour, não pagamos nada e foi muito informativo!DSC05321DSC05320

Do jardim principal seguimos para um museu (com ar condicionado, que alívio!) com as roupas da rainha! Eu, que amo moda, fiquei boba! Pena que não podia tirar foto lá dentro… vi de tudo um pouco, de vestidos Balmain (!!) até as tradicionais roupas feitas com seda tailandesa. No final do museu tem uma lojinha de souvernirs, eu comprei um guarda chuva pra me esconder do sol (tava insuportável, sério!) e o Celso comprou uma gravata – tudo feito por uma fundação criada pela rainha para auxiliar os necessitados de lá.

Nos despedimos do Grand Palace com muita dó no coração, como disse antes, poderia ter ficado lá pelo menos mais algumas horas mas como tínhamos um voo para Siem Reap à tarde, tivemos que fazer tudo correndo.

Pegamos um taxi até o Wat Pho onde fica o famoso “Buda Deitado”. O templo fica bem pertinho (1km) do Grand Palace mas como estava muito quente, estávamos sem tempo e o taxi é bem barato, não pensamos duas vezes. No Wat Pho contratamos um guia credenciado na porta, foi legal pois ele nos explicou bastante sobre a história do lugar (sem contar que ele era o guia das celebs, tinha até foto com o Obama hahhaha).DSC00034DSC05331DSC05341DSC00050

Saindo do Wat Pho, voltamos correndo para o hotel, tomamos um banho, fizemos check out e pegamos um taxi para o aeroporto. Como disse, os taxis são baratos mas fiquem atentos e sempre peçam para o motorista ligar o taximetro (alguns dão uma de João sem braço e não ligam, nesse caso é só apontar para o taximetro e ficar falando “meter” “meter” até ligarem!).

Fizemos o voo BKK- Siem Reap com a Cambodia Angkor Air, escolhemos pelo preço e o voo foi tranquilo, em um avião bem pequeno. Na imigração é necessário entregar uma foto 3X4 e pagar U$20 pelo visto. A moeda local é o riel mas para as transações turísticas (hotéis, restaurantes, tickets para os templos etc) a moeda usada é o dólar. Você consegue sacar dólar em qualquer ATM (caixa eletrônico) de Siem Reap.

Saindo do aeroporto, um tuk tuk enviado pelo hotel já nos esperava. No caminho para o hotel é possível notar como o país é pobre, bem diferente da Tailândia. A região central e mais turística de Siem Reap é bem arrumadinha, mas todo o resto é bem pobre e a falta de infraestrutura é aparente.

Em Siem Reap nós ficamos no hotel Rumahmu a qual eu recomendo DEMAIS! É um “boutique hotel” novinho, os quartos são espaçosos e bem decorados, a área da piscina é uma graça e a dona, Vivi, é mega prestativa! O hotel fica a uns 15 min a pé do centro (Pub Street), mas como estava muito quente, íamos e voltávamos do centro de tuk tuk (a corrida custa U$1). Juro que não era preguiça e nem frescura, o sol e o “bafo quente” eram de matar! Escolhemos esse hotel pois era uns dos melhores avaliados em Siem Reap tanto pelo Booking quanto pelo Trip Advisor. Com certeza o que fez toda a diferença foi a Vivi! Ela organizou nossos tours, preparou comidinhas non spicy pra mim, me emprestou uma bermuda compridinha para visitar os templos, deu dicas sobre a cidade, enfim, não é à toa que o hotel tem ótimos reviews!

Chegamos em Siem Reap no final da tarde e decidimos tirar um cochilo “rápido”. Às 23h a Vivi ligou no nosso quarto preocupada porque não tínhamos comido nada e a cozinha do hotel iria fechar (que fofa!). Jantamos no próprio hotel, o Celso pediu um prato típico e eu pedi um spaghetti com molho ao sugo com um franguinho grelhado… não estava no cardápido mas a super Vivi tratou de providenciar.

Depois do jantar, usamos as dicas da Vivi para programar a visita aos templos no dia seguinte e depois disso fomos dormir!

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